• Larissa Moraes e Nael Rosa

Cabral fala sobre a greve que começa nesta quinta (08/03)


Agora, ciente do movimento de greve que informou ao executivo sobre funcionalismo público municipal parar por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (08/03), sob o argumento de estarem recebendo os salários com atrasos, não pagamento do Refeisul, diárias e o não recebimento do 13º salário de 2017 que o governo propôs quitar em dez vezes, o prefeito em exercício, Jackson Cabral- PSDB se manifestou rapidamente sobre o movimento decidido em assembleia aberta na última sexta-feira (02/03), quando a categoria decidiu por cessar as atividades.

Jackson, que até o início dessa semana só sabia da possibilidade real de greve por informações extraoficiais, disse que pretende em um primeiro momento analisar a partir de quinta o impacto da greve para a população, isso após analisa-la junto ao setor jurídico da prefeitura.

“É um direito que os assiste, mas é normal e necessário que consultemos o jurídico que vai nos fornecer subsídios sobre o que pode e não pode a categoria”, disse Cabral.

Para o prefeito, a preocupação inicial é com a engrenagem que disponibiliza os serviços públicos formada pelos servidores. “É necessário saber se os serviços indispensáveis serão atingidos de forma contundente ou não, como a limpeza urbana, a saúde e a educação, por exemplo,”, acrescentou.

Ao finalizar a sucinta manifestação, Cabral disse que o momento econômico do município de Pinheiro Machado é extremamente difícil, mas que as medidas necessárias para sana-lo precisam e estão sendo tomadas.


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